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Quinta-feira, Maio 28, 2009
Em Minha Vida Com Meu Cão às 9:53 PM
Eu & Shailow

"meu cachorro,ou melhor meu filhote é muito levado mas é uma coisa mais fofa de casa, todos noa gostamos dele, quando ele adoece ficamos todos preocupados.
não me vejo sem ele e minha vida não se completaria com a ausencia dele"
por Clemencia Silva
Sexta-feira, Abril 24, 2009
Em Minha Vida Com Meu Cão às 1:13 AM
Ganhei um selo da Geise. Obrigada Geise!
As regras para este selo são (não é obrigatório seguir todas as regras escritas abaixo, façam-na se quiserem):1 - Exibir a imagem do Selo para o qual foi indicado;2 - Poste o link do blog que o indicou;3 - Indicar 10 (dez) blogs de sua preferência;4 - Avisar os indicados;5 - Publicar as regras;6 - Checar se os blogs indicados pegaram e repassaram o Selo e publicaram as regras;
Feito isto, envie uma foto sua ou de um dos amigos que indicou para: olhaquemaneiro@gmail.com.Caso os blogs tenham cumprido as regras acima, você receberá uma caricatura em P & B.
Os meus dez indicados são:
Animais & Cia
Falando para o mundo
Alice disse
Palavras, arte e blá blá blá
Socializando cães
Achados imperdíveis
FPM
O "alto-falante"
Paradiso di piacere...
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Domingo, Abril 12, 2009
Em Minha Vida Com Meu Cão às 7:25 PM
Estou aqui para contar um exótico conto de fadas. Esse conto de fadas não tem príncipes encantados, mocinhas vulneráveis ou animais bem tratados, mas tem um final que é de certa maneira feliz.
Era uma vez um mendigo que morava debaixo de um viaduto, dormia em uma cama feita de papelão e se cobria com uns trapos que havia achado no lixo. Ele fazia arte com materiais reciclados para vender na sinaleira, mas não recebia o retorno que deveria receber. Quando o dinheiro não era suficiente, o morador de rua precisava procurar comida no lixo.
O mendigo era solitário e não agüentava mais a vida que levava, até que um dia encontrou um cachorrinho abandonado fuçando o mesmo lixo que ele. A principio, o primeiro impulso do mendigo foi brigar, mas o cachorrinho extremamente maltratado e sujo pareceu ter carinho pelo mendigo. De mansinho, enroscou-se na perna do mendigo e este, por sua vez, sentiu o afeto que jamais havia sentido desde que se tornou morador de rua. O cachorrinho, como as pessoas em geral, não o ignorou, nem o xingou de vagabundo, apenas queria atenção. O mendigo logo percebeu que o cãozinho era tão maltratado quanto ele.
Naquele momento, naquele lixo, nasceu uma amizade forte e inexplicável. O mendigo e o cachorrinho tinham agora um ao outro, tinham forças para lutar por uma vida melhor, tinham esperanças de reverter a situação.
O mendigo levou o cachorrinho para morar debaixo do viaduto com ele. Eles iam juntos vender a arte reciclada nas sinaleiras, todos os dias. O mendigo com um sorriso no rosto e o cachorrinho pulando e com o rabinho balançando. Era fácil perceber que, mesmo em uma situação deplorável, o companheirismo deles trazia felicidade e uma esperança renovada. Eles gostavam viver nesse mundo meio paralelo ao capitalismo, onde ainda existe amor e igualdade entre pessoas, e entre pessoas e animais.
Com o tempo, o mendigo e o cachorro ficaram conhecidos pela sua arte. Muitas pessoas sabiam daquele mendigo que fazia arte com materiais que tirava do lixo. Passou a ganhar mais dinheiro, não tanto, mas o suficiente para ter um barraquinho no morro.
Para o mendigo e o cachorro esse é um final extremamente feliz. Eles agora têm um teto e sabem o que é sentir o amor de outro ser. E eles viveram felizes... Não para sempre. Mas felizes.
Os humanos muito raramente teriam a capacidade de iluminar a vida de uma pessoa que já não tinha mais esperanças. Os humanos muito raramente teriam a capacidade de amar um desprivilegiado. Será que a sociedade não enxerga que cachorros, gatos, leões, tigres, todos eles, são mais EVOLUÍDOS?
Por Larissa Lima
Domingo, Abril 05, 2009
Em Minha Vida Com Meu Cão às 10:35 AM
Resumo do livro DEWEY - UM GATO ENTRE LIVROS
A rotina da pacata cidade de Spencer, Yowa, Estados Unidos, se transforma após Dewey, um gato, ser encontrado na Biblioteca Pública. A diretora da Biblioteca, que achou o gatinho na caixa de devolução, resolve contar a história e lança o livro, Dewey, um gato entre livros. O livro escrito por Vicki Myron, com colaboração de Bret Witte é a história real de um gato que fez da biblioteca - e da cidade de Spencer- sua casa e de seus habitantes, os melhores amigos.
Com lançamento mundial e simultâneo no Brasil pela Editora Globo, Dewey, um gato entre livros, é o exemplo de como um felino pode trazer alegria, amor e vida a uma população que, até sua chegada, parecia apática.
Quando foi encontrado, Dewey, já dava sinais de sua gratidão para com aqueles que o acolheram. Mesmo com as quatro patas feridas - pelo frio, o que lhe causou seqüelas - o gato olhou cada pessoa nos olhos, ronronou e acariciou as mãos. "Era como se ele quisesse agradecer pessoalmente a todos que conhecia por salva-lhe a vida" , diz a autora e diretora da Biblioteca Pública de Spencer, no livro.
A cada dia, Dewey foi sendo apresentado aos freqüentadores da Biblioteca. Até que uma matéria na primeira página do principal jornal da cidade, de 10 mil habitantes, sob o título: "Perfeito acréscimo ronronante à Biblioteca de Spencer", gerou polêmica entre a população local. Houve quem dissesse que a presença do gato era prejudicial à saúde e outros comemoraram com grande exaltação, como as crianças e os amantes de gato.
Mas, com o tempo todos se renderam ao charme e carisma de Dewey. Até o menino alérgico, que preocupava a mãe, voltou e com ela: enquanto ele filmava o gato, a mãe o fotografava. Desfilando entre as prateleiras, Dewey se tornou uma celebridade e conquistou o carinho da população de Spencer. Todos têm certeza de que Dewey ama todos do seu convívio.
Senhores só liam jornal quando Dewey estava sentado no colo, crianças só liam livros quando o gato estava próximo delas e, assim, a Biblioteca Pública de Spencer se tornou o ponto de encontro dos moradores. Todos queriam fazer doações para os cuidados com o gato e até o Conselho Municipal se encantou com o charme de Dewey.
Segundo a autora Dewey revolucionou a vida de todos os moradores e também o progresso da cidade. " Em 1988, quando o Dewey chegou, era inverno e parecia que a nossa cidade estava triste. Mas, com o passar do tempo percebemos que a cidade se encheu de alegria e que Dewey inspirou até o progresso da cidade".
Autor:
Vicki Myron
Alguém já leu?
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Adotar... já pensaram que glorioso salvar a vida de um cão condenado?
Um dia eu vou adotar o máximo que eu puder \o/
Então, se você que está passando por aqui e pensando um dia em ADOTAR um amigo, sem preconceitos, resolvi postar o link do post da Alice... Ela escreveu dicas para ajudar na hora da adoção.
Dicas importantes quando se vai adotar
Sábado, Março 28, 2009
Em Minha Vida Com Meu Cão às 10:17 PM
A história de Hoje é sobre Mari, que o Alexandre Forato nos mandou.
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O sonho de ter um cachorro existe dentro de mim desde que sou criança, porém nunca foi realizado durante a fase infantil ou adolescência. Já estava até desisitindo de ter um cachorro, quando de repende surge a oportunidade de adotar uma cadelinha - filhote de labrador com vira-lata. Como sempre adorei labrador, não pensei duas vezes e resolvi cuidar dela.
O mais interessante ainda é que a cachorra devia estar prevista para eu adotar, pois ela nasceu no mesmo dia do meu aniversário - 23/11/1983 -, e hoje dou atenção total para ela, não consigo ficar um dia longe dela. A Mari (nome que escolhi) é minha companheira fiel para todos os momentos. Pode bagunçar o que for, que não ligo, adoro-a!
Isso é uma parte, vou guardar as outras historias e te mando numa próxima vez.
Alexandre Forato
www.falandopromundo.blogspot.com
Sábado, Março 14, 2009
Em Minha Vida Com Meu Cão às 4:47 PM
Hoje a história é minha com Belinha...
Antes queria ressaltar que eu não tenho recebido histórias... Gente, vamos escrever, vamos movimentar isso aqui! \o/
Vamos lá..
Ahhh, Belinha... Doce Belinha. É tão prazeroso chegar em casa e ser recebida com alegria por ela, com o rabinho balançando freneticamente, querendo me beijar, me arranhar e pular em cima de mim. Todo o estresse da rua vai por água abaixo. Não consigo deixar de sorrir para ela, não consigo brigar com ela. Talvez seja por isso que ela acha que pode fazer o que quiser... mas eu não ligo. Ela pode fazer o que quiser, não tem jeito. Belinha é a rainha da casa, manda em tudo. Ninguém resiste a ela quando pede para brincar com seus brinquedinhos Mike e Frank, mesmo sabendo que essa brincadeira vai ser cansativa ao extremo.
Belinha mudou minha vida, mudou meu jeito de ver o mundo, me fez querer mudar o mundo, me fez querer correr atrás de um mundo melhor. Um mundo em que todos tenham os mesmos direitos, e que ninguém seja maltratado. Nem humanos, nem animais, nem arvores... E eu vou fazer o possível, Por Belinha e por todos que precisam de um mundo melhor, inclusive eu.
Depois tem mais sobre Belinha \o
Aora vou me arrumar para uma festa a fantasia... 8)
Em Minha Vida Com Meu Cão às 4:27 PM
Outro selo que ganhei da Helena do Achados imperdíveis. Obrigada Helena! ^^
Também adoro o seu blog!
Vou repassar o selo para:
Proteção aos Animais - Bahia
Palavras, Arte e Blá blá blá
Convulsões de idéias
Freak
Em Minha Vida Com Meu Cão às 4:19 PM
Ganhei mais um selo! Dessa vez foi da Helena, do Achados imperdíveis.
Antes de seguir, gostaria de explicar as minhas desaparições... Colégio. Tenho estudado mais que o normal... ahh droga T.T
Agora seguem as regras deste selo:
1- Linkar a pessoa que te indicou;
2- Colocar as regras do meme em seu blog;
3- Contar 6 coisas aleatórias sobre vc;
4- Indique mais 6 pessoas e coloque os links no final do post;
5- Deixe a pessoa saber que vc a indicou, deixando um comentário para ela;
6- Deixe os indicados saberem quando você publicar seu post;
6 coisas sobre Larissa
- Estudante do ensino médio apaixonada por animais.
- Soteropolitana com orgulho, chocólatra e irmã de Belinha, minha cadelinha linda, maravilhosa e perfeita, minha inspiração para mudar o mundo.
- Tenho vários sonhos que vão de bestas até complexos. Pretendo realizar todos eles.
- Minha cor favorita é azul, e se dependesse de mim as coisas a minha volta seriam azuis.
- Prefiro uma boa praia limpa e vazia do que uma piscina... seja de clube ou particular. Não joguem lixo na praia... -.-
- Eu era viciada em RPG, mas aí um dia eu acordei e descobri que RPG me deixa com dor nas costas... então agora eu prefiro só ficar com dor nas mãos escrevendo aqui.
Meus 6 indicados:
Kibe Loco
Proteção aos Animais - Bahia
Cianeto e FelicidadePalavras, Arte e Blá blá blá
convulsões de idéias
Freak
Terça-feira, Fevereiro 24, 2009
Em Minha Vida Com Meu Cão às 7:56 PM
É incrível a alegria que os pets nos trazem. A nossa vida muda e quando estamos com ele o resto é resto. Basta que façam uma gracinha para que o mundo gire em torno deles. Passamos a ver o mundo com outros olhos, olhos de quem respeita os animais e de quem não quer que ver o meio-ambiente ser destruído, de quem não quer que os animais sejam maltratados e de quem quer paz. . Existe um amor incondicional dentro de nós pelos cães que nos motiva a querer melhorar o mundo. O que podemos dar em troca? Podemos fazer nossa parte para garantir que todos os cães sejam amados, tenham um lar e uma família e que não sejam NUNCA maltratados.
"SERIA POSSÍVEL QUE UM CACHORRO - QUALQUER CACHORRO - PUDESSE MOSTRAR AOS SERES HUMANOS O QUE REALMENTE IMPORTAVA NA VIDA?
Eu acreditava que sim.
Lealdade. Coragem. Devoção. Simplicidade. Alegria.
E também as coisas que não tinham importância.
Um cão não precisa de carros modernos, palacetes ou roupas de grife.
Símbolos de status não significa nada para ele.
Um pedaço de madeira encontrado na praia serve.
Um cão não julga os outros pela sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro.
Um cão não se importa se você é rico ou pobre, educado ou analfabeto, inteligente ou burro.
Se você lhe der seu coração, ele lhe dará o dele.
É REALMENTE MUITO SIMPLES, MAS, MESMO ASSIM, NÓS HUMANOS, TÃO SÁBIOS E SOFISTICADOS, SEMPRE TIVEMOS PROBLEMAS PARA DESCOBRIR O QUE REALMENTE IMPORTA OU NÃO."
Trecho de Marley & eu.
Por Larissa Lima
Quinta-feira, Fevereiro 19, 2009
Em Minha Vida Com Meu Cão às 8:24 PM
Demorou, mas saiu! \ô
Foi uma semana complicada... Volta as aulas. Tudo bem, não tive muita coisa pra estudar mas... Eu voltei e não pretendo ficar longe. ù_u
No caminho da escola pra casa eu vejo uns cachorrinhos na rua e fico pensando as barras que ele passam quando chove, e a fome que eles sentem. Cidade grande, muitos carros, poucas pessoas sem coração... Eu queria mesmo poder fazer alguma coisa por eles, e um dia eu vou fazer, nem que seja o minimo, mas vou fazer o que eu puder.
Então, seguindo o regulamento do selo que recebi da Mari do blog Freak vou indicar meus 5 blogs favoritos. Sei que são blogs grandes e não vou se importar em receber um selo ou não, mas eu não conheço muitos blogs pequenos... ;P
Kibe Loco
Jacaré Banguela
Achados Imperdiveis
Proteção aos Animais - Bahia
Cianeto e Felicidade
E minhas 5 obsessões:
- Belinha
- Lenon
- Filmes
- Chocolate
- Ursinhos
É isso, estou esperando a história de vocês!!
Por Larissa Lima
Segunda-feira, Fevereiro 02, 2009
Em Minha Vida Com Meu Cão às 12:17 PM
Carinhos na barriga e Mordidinhas no Dedão
Estou nesse exato momento sentada ao lado de um certo ser, que devora alegremente sua ração como se fizesse isso todos os dias de sua vida. Mas não faz. Pitucha, em seus completos nove anos de vida canina, deu mais trabalho para comer do que uma criança da propaganda Biotonico Fontora. Essa sua falta de apetite fez com que, ao longo dos anos, minha cadelinha Dashund recebesse mais atenção especial do que a própria Lassie em seus tempos dourados. E preocupação também. É só ela recusar seu pote de ração que já está eu e minha mãe, ajoelhadas, implorando para que ela engula um pouco de pão com leite. É um drama real.
Toda a minha família decidiu adotar pitucha como a cadela completamente anormal, fresca, irritante, com manias imprevisíveis, destruidora de paredes, e que usa camas como toaletes como a cadela merecedora de ser amada loucamente. E assim foi feito. Até os parentes que tinha uma grande aversão contra animais foram ‘adestrados’ por pitucha. Meu tio foi o caso mais interessante. Até hoje ele não tem tolerância á nenhum cão. Mas é só Pitucha chegar em sua casa, empurrando sua porta com o focinho longo típico da raça Dashund, que ele declara com uma alegria de quem foi completamente desarmado diante de toda uma família amante de cães: “Ê, narigueta chegou.” Razoável, pelo menos para quem nunca deixou nenhum dos três filhos ter um animalzinho.
Mas nem tudo são flores na relação família – Pitucha. Quando meu pai chegou em casa e encontrou as paredes do nosso novo apartamento destruídas por certos dentinhos, não foi realmente com alegria que ele reagiu quando foi recebido pelas famosas mordidinhas no dedão do pé. Foi mais com um desejo incontrolável de chutá-la para longe. Pelo menos até ela se deitar de barriga, com aquele olhar castanho claro de quem precisa desesperadamente de um agrado. Quem resiste?
E quando ela mastigou o elefante de brinquedo do meu primo de quatro anos há alguns meses, não foi com muito amor que ele a tratou depois disso. E os vizinhos também não gostavam muito das longas horas de latidos enquanto não havia ninguém em casa. Mas não há jeito. Por mais que seja destrutiva e antipática, Pitucha nos lembra dia após dia do quanto é importante estarmos juntos, cada vez mais. Sendo uma criatura que odeia ficar sozinha, ela já chegou a se cortar na lâmina do boxe, no qual ela estava numa tentativa desesperada da nossa família para que ela não destruísse o resto da casa. Em vão, logicamente.
Mesmo com suas atitudes irracionais e suas greves de fome, Pitucha, sozinha, ganhou o amor eterno de uma família. Ora sendo a companhia em uma noite em que todos estão fora, ora a alegria da festa quando alguém derruba um pedaço de bolo, ou até mesmo fazendo todos rirem enquanto tenta perseguir aquele siri na praia, mergulhando a cara na água e espirrando muito depois disso. É como eu disse à alguns dias atrás, Pitucha tem tantos donos quanto se é possível. E os tornam, todos, irremediavelmente mais felizes, principalmente depois de uma boa mordida no dedão ou um carinho na barriga, características que fizeram a diferença no dia em que a trouxemos para casa, há longos nove anos atrás.
Amanda Sartório
Sábado, Janeiro 31, 2009
Em Minha Vida Com Meu Cão às 12:24 PM
Mel & Eu
Meu nome é Dóris Dias dos Santos, nascida no dia 20 de Junho de 1994. Ok, vou direto ao assunto pois não vim aqui falar de mim, e sim da minha querida, linda, e diabólica ex-cadelinha: Mel. Ela não era uma das melhores cadelas do mundo, se duvidar a pior depois do Marley*, mas eu a amava muito (apesar de tudo). Quando a ganhei, no dia 11 de Outubro de 200(e alguma coisa, acho que 5), pulei de alegria porque minha mãe, até o momento, não queria me dar um cachorro. Eu estava descendo do transporte escolar, quando um filhotinho de cachorro veio correndo frenetica e energicamente - loucamente também - na minha direção. No momento em que Mel pulou em cima de mim, pensei em voz alta: 'De quem é esse cachorro doido?' E em seguida minha mãe respondera: 'SEEU!' Lembro-me como se fosse hoje, o quanto eu abracei e beijei minha amada mãe. E o quanto eu gritei também. Bom, depois desse dia eu e minha família fomos marcados por xixis, cocôs, fugidinhas para cruzar com outros cachorros de rua, fugidinhas... Nunca pensei que um Fox Paulistien fosse tão enérgico, e acho que Mel era a mais enérgica de todos eles. Isso meio que me assustava um pouco. Não só a mim mas também a todos os meus amigos (ou qualquer um) que ela "atacava". Era muito engraçado quando eu falava: 'PEGA MEL!' Saiba que era a morte súbita da pessoa que ela corria atrás. Mas raramente ela mordia, só corria atrás. E quando o perseguido corria, ela só arranhava. Uma das vítimas de Mel, a qual o nome eu faço questão de citar, é Amanda. Melhor amiga ingênua e tola se arriscou a correr. Pobre Amanda... Mas não foi tão grave. Arranhões na perna foi o máximo. E o trauma que ela adquiriu da minha querida e danada cachorrinha. Isso só foi uma, das grandes aventuras de Mel.
Quando íamos à praia, ela corria de um lado para o outro feito uma louca. E quando entrava no mar era ainda pior, pois quando ela saía, se esfregava na areia de um modo que quem não a conhecesse, diria que estava tendo uma convunsão.Ela tinha até um irmão que morava pertinho da minha casa. Ele era da minha prima, sendo que sempre brincávamos juntos. Sim, os quatro. Pena que ele morreu. Todos ficamos muito tristes com sua morte. Inclusive Mel.
Bom, Mel foi, com certeza, a melhor cachorra que eu já tive porque os meus cachorros anteriores, não gostavam muito de mim e nem eu deles. E quem de fora nos visse, diria que nós nos odiávamos porque sempre andávamos brigando. Ela subia na minha cama, fazia xixi e cocô no meu quarto, eu gritava com ela, ela latia a noite toda quando a eu deixava de castigo, dávamos tapas, ela arranhava a porta, enfim... Era uma cadela bastante vingativa. Mas nos amávamos muito. Pena que ela foi embora para outra cidade... Mas lá ela está melhor, pois tem mais espaço pra correr livremente pelos campos. Não tenho recebido muitas notícias dela, mas onde quer que ela esteja, quero que esteja imensamente feliz pois é isso que sempre desejei para ela. Te amo muito, minha linda e eterna Fox Paulistien enérgica e louca, Mel.
*Marley, cachorro protagonista do best seller Marley & Eu, conhecido como o pior cão do mundo, segundo seu dono e escritor do livro.
Dóris Dias
Em Minha Vida Com Meu Cão às 12:22 PM
Globo Repórter
Sem dúvidas, o melhor de todos.
Já era hora de um programa de TV mostrar o amor incondicional dos donos por seus cachorros. Além disso, um exemplo para as pessoas sem coração que não enxergam a beleza desse amor incondicional, que não pede nada em troca, entre humanos e cachorros!
Por Larissa Lima
Quinta-feira, Janeiro 29, 2009
Em Minha Vida Com Meu Cão às 10:52 PM
Loucos por bichos
Nesta sexta-feira, o Globo Repórter investiga a paixão dos brasileiros por seus animais de estimação.
Você vai conhecer o homem que arriscou a vida e desafiou a natureza para resgatar seus cavalos e cães ameaçados pela enchente de Santa Catarina.
Acompanhe a incrível história da mulher que criou um abrigo para 1,5 mil animais que foram abandonados nas ruas de Salvador.
Cães aprendem a salvar vidas e são até condecorados.
Em uma das cidades mais movimentadas do país, um labrador guia os passos de uma jovem cega.
E os especialistas respondem se há limites para a paixão pelos animais domésticos.
É isso aí , todo mundo de olho no Globo Repórter de sexta! ;)
Por Larissa Lima
Segunda-feira, Janeiro 26, 2009
Em Minha Vida Com Meu Cão às 6:05 PM
Olá,
Primeiro post, explicações... então vamos lá!
Eu sou Larissa e tenho uma irmã chamada Belinha, que é essa lindona que está no layout! Eu queria arranjar um jeito de escrever um diário sobre ela, e decidi criar este blog para nós, donos de cães, compartilharmos coisas sobre nossos cães, como situações engraçadas, experiências vividas, manias de seu amiguinho, lições aprendidas com essa relação especial entre humanos e cachorros. Aproveitem e mandem uma foto do seu amiguinho!
É só caprichar e enviar para minhavidacommeucao@gmail.com
As melhores terão espaço garantido aqui ;)
Por Larissa Lima
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